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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Pesquisador da Unifesp explica as principais causas e consequências deste distúrbio comportamental.

“A mentira, o ato de trabalhar com ações não reais, nasce do psicológico. Ao se espalhar, vemos que o corpo também sofre reflexos. O ser humano não foi programado para mentir. Todas as vezes que você mente, no caso de uma pessoa normal, algumas áreas dele ficam te lembrando da não veracidade daquela informação”, completa o especialista.
As pessoas muitas vezes entram nestes quadros após sofrer um grande estresse pós-traumático. Acaba se tornando uma válvula de escape da dor que ele sente por não viver de acordo com os padrões estabelecidos pela sociedade.
Além do tratamento psicológico e psiquiátrico tido como um ponto em comum em casos de mitomania, Ricardo Monezi destaca a importância do apoio familiar ao longo deste processo. De acordo com o pesquisador, as pessoas próximas ao paciente não devem se afastar, e sim auxiliar no resgate da verdade na sua vida.

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