Páginas

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013



"Preciso sim, preciso tanto. Alguém que aceite tanto meus sonos demorados quanto minhas insônias insuportáveis. Tanto meu ciclo ascético Francisco de Assis quanto meu ciclo etílico bukovskiano. Que me desperte com um beijo, abra a janela para o sol ou a penumbra. Tanto faz, e sem dizer nada me diga o tempo inteiro alguma coisa como eu sou o outro ser conjunto ao teu, mas não sou tu, e quero adoçar tua vida. Preciso do teu beijo de mel na minha boca de areia seca, preciso da tua mão de seda no couro da minha mão crispada de solidão. Preciso dessa emoção que os antigos chamavam de amor, quando sexo não era morte e as pessoas não tinham medo disso que fazia a gente dissolver o próprio ego no ego do outro e misturar coxas e espíritos no fundo do outro-você, outro-espelho, outro-igual-sedento-de-não-solidão, bicho-carente, tigre e lótus. Preciso de você que eu tanto amo e nunca encontrei. Para continuar vivendo, preciso da parte de mim que não está em mim, mas guardada em você que eu não conheço. Tenho urgência de ti, meu amor. Para me salvar da lama movediça de mim mesmo. Para me tocar, para me tocar e no toque me salvar. Preciso ter certeza que inventar nosso encontro sempre foi pura intuição, não mera loucura. Ah, imenso amor desconhecido. Para não morrer de sede, preciso de você agora, antes destas palavras todas caírem no abismo dos jornais não lidos ou jogados sem piedade no lixo. Do sonho, do engano, da possível treva e também da luz, do jogo, do embuste: preciso de você para dizer eu te amo outra e outra vez. Como se fosse possível, como se fosse verdade, como se fosse ontem e amanhã."

Escrúpulos

"A prostituta só enlouquece excepcionalmente.
A mulher honesta, sim, é que,
devorada pelos próprios escrúpulos,
está sempre no limite, na implacável fronteira."


 

Dizem que é preciso tanto para ser feliz

"Dizem que é preciso tanto para ser feliz. Não sei de ‘tanto’, sei de razões. Prefiro medir felicidade por pessoas próximas, laços duradouros, tranquilidade. Prefiro medir felicidade de forma aleatória, simplificada, despreocupada. Felicidade é tão pouco! – é o minuto que passa que deixa saudade, é um ‘eu te amo’ de quem está em outra cidade, é um abraço d-e-m-o-r-a-d-o sem receio, sem data marcada, sem ocasião especial. Felicidade é o que se tem no hoje: presente."
(Michelle Trevisani)

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Entre o ego e a alma

Enquanto pensamos que a morte é o que mais separa as pessoas, o ego, desde sempre,vem fazendo esse “serviço” separando muito mais que a morte. Não há nada que vença o ego em termos de separações. E como é que ele age?
- Nos casamentos e nas relações amorosas: em nome da incompatibilidade de gênios. Homens e mulheres se separam sem darem chance à flexibilidade que faria com que ambos, de comum acordo, cedessem um pouco. Não! Para o ego não tem acordo quando se trata de ceder. Seria “rebaixar-se”! Ele só entende assim.
- Nas amizades: uma atitude ou palavra mal colocada são, muitas vezes, suficientes para que amigos se separem deixando cair no esquecimento as tantas coisas boas vque fizeram brotar uma tão valiosa amizade. Não! O ego não admite erros nem pedidos de perdão. Seria abrir mão da punição! Ele só entende assim.
- Nas famílias: tantos pais, irmão e filhos se separam só pelas necessidades de impor as suas vontades, de ver “quem manda aqui”, quem ganha a condição de dono da última palavra. Na maioria dos casos, numa reunião familiar, com um pouco de humildade todos saberiam até onde ir e quando parar. Não! O egoquer deter o poder sobre tudo e sobre todos. Limites seria um caso de obediência! Ele só entende assim.
- Nas carreiras: pessoas escolhem seguir a mesma carreira ou carreiras diferentes. E muitas dessas pessoas gastam a melhor parte de sua vida competindo, vigiando, farejando os passos das outras, dada á necessidade de “ser o melhor”.
A consciência de que o sol nasce para todos faria isso parar. Não! O ego quer ganhar sempre. Custe o que custar. Aceitar as vitórias alheias seria fracassar! Ele só entende assim.
Em toda situação conflitiva que determina separações, o ego se faz presente e sempre quer ganhar. É nos carros, em brincadeiras desnecessárias; é no trabalho, em críticas contra os colegas; é nas escolas, em exibições de notas; é nas guerras, onde ganhar é questão de vida ou morte; é na vizinhança, em encrencas vulgares, e assim por diante... infinitamente...Pense em algo similar, não citado aqui, e vc notará que nele também está a ditadura do ego. Basta que o caso lembrado seja capaz de separar pessoas. Não! Não é a morte que mais promove separações. É o EGO. O filho predileto do orgulho! Sua alma e seu ego ocupam o mesmo “castelo”. Deixe que suas alma seja a rainhas vitalícia do lugar! Ela é aquela parte sua que deseja paz e reconciliações. Assim a vida lhe abrirá as portas da verdadeira e perene felicidade.
Silvia Shimidt



O tempo todo para o nosso bem!

domingo, 10 de fevereiro de 2013

“Aperta o meu coração uma vontade de dizer sem saber se o outro quer ouvir: cuida de você, você pode, você é capaz, não fica aí nesse lugar. Vontade de dizer, compassiva, com empatia, porque eu muitas vezes também fiquei esperando. Até começar a entender que, depois que a gente cresce, a proteção amorosa, o suporte, a delicadeza, precisam começar na nossa relação com nós mesmos… Uma benção receber amor. Mas quando a gente dói, a gente precisa saber formas de cuidar da própria dor com o jeito carinhoso com que gostaríamos de ser cuidados pelos outros, com a delicadeza com que cuidamos de outras pessoas. A gente precisa se ter, antes de tudo. O beijo precisa começar em nós.” Ana Jácomo
Maturidade é aceitar ainda que doa, que algumas coisas não acontecem exatamente quando queremos, mas quando tem que ser. Maturidade é aceitar o que merecemos, e deixar de lutar apenas por aquilo que achamos que queremos. Não se trata de conformismo, mas sim de entendimento. Ao crescermos entendemos que o que é nosso, nos pertence, sem lutas, sem desgastes, e que amor deve ser sempre recíproco. Maturidade é entender que as vezes o silêncio também é resposta, e que nem tudo precisa ser dito. Que em algumas situações as palavras tornam-se insuficientes. Maturidade é saber que mudanças são necessárias, que nada é estático, nada é permanente.È aceitar as novas coisas que a vida nos traz. Crescer, é aceitar com leveza que algumas coisas não sairão como o esperado, mas também é entender que lá adiante outras darão tão certo, que nos farão esquecer do dia que deram errado. Imelda Sitole
Não saio muito bem em fotografias. Porque meu melhor lado a foto não pega. Não me faz bela ou me faz jus. Porque meu melhor lado não é o esquerdo. Não é o direito. É o de dentro.

Fórmula Certa

Não me dêem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre. Não mostre o que esperam de mim, porque vou seguir meu coração! Não façam ser o que não sou, não me convidem a ser igual, porque sinceramente sou diferente. Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os pés no chão. Sou sempre eu mesma, mas não serei a mesma pra sempre! Clarice Lispector
"Sabe o que quero de verdade? Jamais perder a sensibilidade, mesmo que às vezes ela arranhe um pouco a alma. Porque sem ela, não poderia mais sentir a mim mesma." Clarice Lispector
(...)Homem que é homem de verdade, sabe as razões de ter escolhido, decidido por uma mulher. Então, por favor, no meu caso: não me mande recados, não rascunhe emails, não compre apenas a passagem para vir até a mim. Não me elogie se isso não for verdade. Não tente me conquistar se não tem certeza. Não diga que gosta de mim, se quer apenas me adoçar. Não venha me oferecer solidariedade franciscana quando preciso é de amor. Não me ofereça a metade dos seus sentimentos, porque eu gosto do prato cheio. Por gentileza, não me coloque no seu caderno, no seu MSN, nos seus contatos curativos. Não estou disponível para tratar de feridas alheias. Eu não me chamo Maria de tal. Tenho nome, identidade, carteira de trabalho, impressão digital e único DNA. Não me configure na sua coleção de figurinhas prediletas. (...)Em caso de carência, minha mãe oferece seu colo imperdível. No último caso, eu esmurro a parede e faço o que toda mulher faz: choro! Mas nunca vou usar um coração alheio irresponsavelmente. 
Uma nuvem não sabe por que se move em tal direção. Sente um impulso… É para este lugar que devo ir agora… Mas o céu sabe os motivos e desenhos por trás de todas as nuvens, e você também saberá, quando se erguer o suficiente para ver além dos horizontes.
Desmediocrize sua vida. Procure seus “desaparecidos”, resgate seus afetos. Aprenda com quem tiver algo a ensinar, e ensine algo àqueles que estão engessados em suas teses de certo e errado. Troque experiências, troque risadas, troque carícias. Não é preciso chegar num momento limite para se dar conta disso. O enfrentamento das pequenas mortes que nos acontecem em vida já é o empurrão necessário. Morremos um pouco todos os dias, e todos os dias devemos procurar um final bonito antes de partir. (Martha Medeiros)
"Mais vale uma renúncia dolorosa, que permanecer onde seu coração está morrendo de inanição. A concessão sem limites não é amor, é desespero. E tentar segurar com força alguém que dá indícios de que está indo embora, é a forma mais humilhante de fazer com que ela alargue os próprios passos para longe. Ninguém pode restituir um amor que já foi embora - seria como tentar levar um punhado de água do mar para outra cidade na concha das mãos. A gente se apaixona pelo amor que o Outro tem por ele mesmo, depois pelo amor que descobrimos por nós mesmos. E aí, pelo encontro desses dois amores. Querer que o Outro fique nunca impediu que a porta fosse aberta e fechada logo em seguida, deixando apenas um rastro de perfume e um bocado de dor..." (Marla de Queiroz) De: Pequenas Epifanias e outros devaneios

Quer?

"Quer? Então pega. Pega por inteiro. Minha parte boa, minha parte chata, minha parte cinza-chumbo. Crise de tpm, crise existencial, crise de riso, crise de choro. Não queira só um lado ou só algumas partes. Se quer (quer mesmo?), queira tudo. Completa e complicada. Simples e confusa. Dramática e exagerada. Não gosto de partes, gosto da coisa inteira. Metades não me agradam. Não me atraem. Não me satisfazem. Se eu te quero, quero 100%. Inteirinho. Com teu lado cretino e bonzinho. Com teu jeito arrogante e descontrolado. Tua doçura e acidez. Não me vem com mais ou menos. Nem vem. Nem, nem. Comigo é tudo ou nada. Mesmo. Quer?" — Clarissa Corrêa

"Não existem segundas chances, porque nada volta a ser como era antes. Depois que algo é quebrado sempre vão existir marcas que vão provar que algo esteve errado. Não existe segundas chances quando um coração é magoado. Não existe outras oportunidades para algo que se deixou passar." — Caio Fernando Abreu

"A gente pensa que está se afogando quando está só aprendendo a nadar." — Lubya H. (via verbalizando-sentimentos)

sábado, 9 de fevereiro de 2013

As pessoas hesitam atravessar a ponte da indiferença porque temem o encontro com a própria dor ou condição.
Nos imaginamos sempre jovens, bonitos, saudáveis e completos. Não imaginamos as perdas, a solidão, a velhice, a invisibilidade diante de uma sociedade que prefere fazer-se cega.
O "isso só acontece com os outros" toca mais nosso coração que o "e se fosse comigo? E se fosse eu a ter perdido uma perna, o emprego, o amor ou minha dignidade?"
Se os corações conseguissem criar asas de vez em quando e colocar-se no lugar do outro, eles seriam mais abertos, menos cerrados e mais receptivos. Eles teriam olhos, ouvidos atentos, braços imensamente longos.
Evitamos os caminhos pedregosos, evitamos as situações impossíveis e as lágrimas alheias. Pensamos que não somos responsáveis pelos males da sociedade e por isso mesmo não devemos nos envolver. Nunca nos vemos desse lado da ponte onde carências existem e nem nos passa pela cabeça que o fio que separa um lado do outro seja tão ínfimo, tão frágil, tão delicado.
Colocar-se no lugar do outro dói menos que estar no lugar dele. Mas nem essa linha queremos atravessar!...
Se o fizéssemos haveria menos solidão, mais compreensão, menos suicídios, mais esperança, menos marginalização e uma possibilidade muito maior de um dia, se por acaso estivermos, pelos contrários da vida, do outro lado, uma mão estendida na nossa direção.

A vivência do outro



A amizade, embora inteira, para ser completa deve conhecer limites. Nosso primeiro ímpeto ao ver um amigo sofrendo, que seja física, moral ou espiritualmente, é oferecer um ombro e querer fazer alguma coisa. É natural. É humano.
Jesus também carregou o fardo dos nossos pecados. Nos aliviou de uma carga que iria nos conduzir à perdição. Mas ainda assim não andou por nós, não decidiu por nós. Se o tivesse feito, teríamos conhecido a total perfeição, mas teríamos deixado de ser nós. Mas Ele nos deixou a liberdade de escolher. Perfeito, respeitou nossas imperfeições.
Quando alguém que amamos sofre, uma parte de nós sofre também. Assim queremos ajudar, queremos fazer alguma coisa que reconforte, restaure uma pessoa sofrida, nos devolva o outro tal e qual aprendemos a amá-lo.
Só que nossas ações não podem e não devem ir longe demais.
Podemos ajudar uma pessoa a se levantar, a ter uma outra visão da vida, a caminhar mais firme. Podemos dar a mão e até carregá-la no colo. O que não podemos é tentar viver por ela.
Uma pessoa que se torna dependente de uma outra pessoa, de alguma coisa ou circunstância é alguém de quem foi amputada a vontade.
E vontade é algo básico e essencial para se alcançar os objetivos. Se tentamos fazer tudo no lugar de outro alguém, não oferecemos benefício algum, muito pelo contrário.
E assim, meu amigo, eu amo tanto você que preciso te deixar caminhar com suas próprias pernas, embora eu possa te apoiar nesse longo caminho, me sentar ao seu lado de vez em quando para que você recupere as forças, te dar a mão, um ombro, um pedaço do meu coração.
Eu amo tanto você que tudo o que mais quero é ver em você não um reflexo de mim ou de qualquer outra pessoa, mas a luz que existe dentro de você, única, exatamente como você, que me conquistou um dia e que desejo que continue brilhando ao meu lado ao longo da minha existência.

"A vida é agora, aprende”

“Em luta, meu ser se parte em dois. Um que foge, outro que aceita. O que aceita diz: não. Eu não quero pensar no que virá: quero pensar no que é. Agora. No que está sendo. Pensar no que ainda não veio é fugir, buscar apoio em coisas externas a mim, de cuja consistência não posso duvidar porque não a conheço. Pensar no que está sendo, ou antes, não, não pensar, mas enfrentar e penetrar no que está sendo é coragem. Pensar é ainda fuga: aprender subjetivamente a realidade de maneira a não assustar. Entrar nela significa viver.”


Caio Fernando Abreu

Das diferentes sensações…

” Há pessoas que nos fazem voar. A gente se encontra com elas e leva um bruta susto (…) elas nos surpreendem e nos descobrimos mais selvagens, mais bonitos, mais leves, com uma vontade incrível de subir até as alturas, saltando de penhascos… Outras, ao contrário, nos fazem pesados e graves. Pés fincados no chão, sem leveza, incapazes de passos de dança. Quanto mais a gente convive com elas mais pesados ficamos… “

Rubem Alves

Generosidade

Quanto mais caminho, mais percebo o quanto o mundo anda sedento. As pessoas correm, sofrem, se desesperam e continuam buscando a felicidade como se essa fosse apenas uma miragem nesse imenso deserto que a vida se transformou.

Há muita gente no mundo, milhares e milhares. Portanto, a solidão continua assolando vidas, maltratando corações que, no fim do dia e das contas acabam desacreditando nas portas que se abrem a elas. Cada qual pensa no próprio eu e todo mundo se isola. Enquanto isso, a vida continua, cresce a indiferença, cresce o desamor, multiplicam-se as depressões e incompreensões. As pessoas sentem-se vazias e reagem como pessoas vazias. Vazias, pelo menos, de amor e caridade, mas cheias de tristezas e desilusões.

Há, portanto, dentro de cada um de nós um poço de possibilidades e compartilhar de si é deixar-se um pouquinho em cada um. Só não tem nada para oferecer quem possui um coração vazio, não as mãos. E acabar com a solidão de alguém é contribuir para o fim da própria solidão. Oferecer a esperança é dar-se a si uma nova chance, é reabrir portas, é descobrir o novo e entregar-se a ele.

Há melhor presente no mundo que o dom de si? Há coisa mais bonita que saciar o coração de alguém? Devolver a esperança, por menor que seja ela, é dar às pessoas a oportunidade de descobrir o outro lado da vida, aquele que, embora um pouco esquecido, ainda existe.

O dia tem 24 horas e parece muitas vezes que são insuficientes para fazermos tudo o que temos que fazer. Lamentamos a falta de tempo para isso ou aquilo e pensamos que um dia, quem sabe, se atingirmos a bênção da velhice tranqüila, poderemos dar um pouco mais de nós aos outros. Quanto engano!!!

Podemos dar de nós a cada dia e a cada hora, agindo com o coração e tendo uma atitude que nos torna diferentes em qualquer lugar. Pode-se resistir ao ódio por muito tempo, mas quem resiste à ternura, ao afeto, ao amor e à boa-vontade?

Quando as pessoas agirem com menos egoísmo e ao invés de ruminarem a própria infelicidade começarem a agir para o bem do próximo, as doenças da alma começarão a encontrar a cura e o amanhecer terá para cada um de nós um outro rosto, mais sereno, mais amigo e mais esperado.


"Sou uma caminhante na estrada do aprendizado do amor. Às vezes, exausta, eu paro um pouquinho. Cuido das dores. Retomo o fôlego. Depois, levanto e, seduzida, enternecida pelo chamado, cheia de fé, eu prossigo. Um passo e mais outro e mais outro e mais outro, incontáveis. Sei de cor que não é fácil, mas sei também que é maravilhoso olhar para o caminho percorrido e perceber o quanto a gente já avançou, no nosso ritmo, do nosso jeito, um passo de cada vez." -Ana Jácomo

"De todos os tipos de pessoas que conheci e passaram pela minha vida, eu sempre gostei mais daquelas que sabem nos tocar sem nem precisar encostar um dedo. Das que entram inteiras quando a gente já se acostumou com metades".

Caminhos

“Existem durante nossa vida, sempre dois caminhos a seguir: aquele que todo mundo segue, e aquele que a nossa imaginação nos leva a seguir. O primeiro pode ser mais seguro, o mais confiável, o menos critico, o que você encontrará mais amigos… mas, você será apenas mais um a caminhar. O segundo, com certeza vai ser o mais difícil, mais solitário, o que você terá maiores críticas; mas também, o mais criativo, o mais original possível. Não importa o que você seja, quem você seja, ou que deseja na vida, a ousadia em ser diferente reflete na sua personalidade, no seu caráter, naquilo que você é. E é assim que as pessoas lembrarão de você um dia.”


- Ayrton Senna - via Coisas que eu sei

Ambição

A palavra em si já tem uma conotação negativa. Quando pensamos em uma pessoa ambiciosa, temos a imagem de alguém que só pensa nos bens materiais e faria de tudo para alcançá-los. Isso por que já pensamos na palavra no seu extremo.

Ora, todos os extremos são perigosos. Mesmo o amor ao extremo é perigoso. Nunca se ouviu falar em pessoas que dizem matar por amor?

As pessoas precisam e devem ter um pouco de ambição para temperar a existência. Aquela pitadinha de sal que vai deixar o bolo com gosto perfeito é bem necessária na vida. Elas precisam encontrar uma motivação para construir alguma por elas mesmas e para seu viver. Quem não mira nada, não acerta em nada. É preciso se ter objetivos, olhar pra frente, ver alguma coisa e se prometer alcançá-la.

O mundo nos deixa cômodos muitas vezes. Acomodados. Esperamos que as coisas aconteçam e reclamamos que nada acontece. Culpa de quem? De nós. E freqüentemente parte de responsabilidade cabe aqueles que nos carregam sempre no colo, sem permitir que tenhamos a oportunidade de andar sozinhos. Apoio demasiado pode deixar pessoas preguiçosas.

Muitos pais cometem esse erro. Querem proteger os filhos, dar a eles tudo o que não tiveram, embalam tudo em papel de presente e oferecem. Criam, dessa forma, seres dependentes, sem ambição, sem motivação. Elas têm tudo de material, mas são vazias de auto-satisfação, pois nunca construíram.

Ninguém vai adiante se não almeja algo e não planeja. Pessoas assim vivem estacadas na vida, envelhecendo sem sair do lugar. Quem deseja ardentemente alguma coisa e planeja conquistá-la torna suas horas presentes mais ricas e intensas. Cheias de imaginação. Mais verdadeiras.

Se você trabalha há anos numa mesma empresa, no mesmo cargo e se sente feliz e realizado, ótimo! Mas se você nunca saiu do lugar e vive reclamando, digo que se está assim a culpa é sua, pois não mirou mais além. E não me fale em oportunidades, pois essas a gente cria também. O mundo não é pai e mãe generosos e não nos traz tudo em cima de uma bandeja. Devemos ser nós a ir em busca do que precisamos. Arregaçar as mangas e partir pra luta.

Seja ambicioso de felicidade! E de contentamento! E de realizações! De ser alguém, talvez não exatamente grande, mas saciado da vida! Não espere que o carreguem, use suas pernas e mesmo se essas não mais caminham, você ainda tem uma cabeça que pode te levar muito longe, tão longe quanto seu coração alcançar.

Plante

Outro dia ouvi alguém dizendo que cada tipo de semente tem seu tempo pra germinar. Eu sabia disso, porém, nunca havia parado pra pensar. Às vezes lançamos uma semente e ficamos ao nosso tempo à espera da sua germinação. A palavra de Deus diz que há tempo pra tudo nessa vida. Não poderia ser diferente com uma semente.
Quando  você planta, não é você quem determina quando sairá o broto. O que você pode e precisa fazer, é cuidar dela, protegê-la de maneira que as adversidades do tempo não tirem sua vida. Passarás a perceber que, ainda depois de germinada, seu broto dependerá ainda mais de você.
E, que depois de crescida, poderá lhe render lindas flores e que pela sua força renderão frutos... Os frutos têm sementes...As sementes bem cuidadas germinam e podem fazer florescer a sua vida. Nunca deixe de semear!!! A Palavra de Deus ainda te diz: " há tempo de plantar, tempo de colher..."
Plante, cuide e colha lindas flores e belos frutos. É o que faz a sua vida florescer! E isso vale à pena!!!

O que realmente importa?

"A vida é um milagre repleto de inúmeros pequenos milagres que acontecem diante de nossos olhos todos os dias. Só não enxerga quem não quer."
"Porque tudo passa, e a única coisa que fica é a esperança de que amanhã seremos melhores do que somos hoje."
"Ninguém é tão bom quanto parece, nem tão ruim como demonstra ser."
"Uma das melhores sensações que um ser humano pode ter é perceber que sua intervenção fará uma diferença positiva na vida de outro ser humano."
"As coisas que realmente importam na vida custam zero."
"Existem coisas que o homem nunca será capaz de saber. Coisas que estão acima da nossa capacidade de entendimento, mistérios que não podemos descobrir pela razão. Alguns desses mistérios podemos sentir. Outros, imaginar. Mas há também aqueles dos quais não fazemos a menor ideia."
"A importância das coisas pode ser medida pelo tempo que estamos dispostos a investir nelas."
"Ter coragem é ter consciência do tamanho do desafio e estar disposto a caminhar nessa direção."
"O dinheiro é apenas a consequência de um excelente trabalho, mas não é a quantidade de horas que você passa no trabalho que define a excelência do que você faz."
"Não importa o que esteja acontecendo, mas como você se sente sobre o que está acontecendo."
"Nossas decisões e atitudes são sempre baseadas em nossos valores."
"Só sabemos o que é ganhar porque já perdemos um dia."
"Não há nada melhor do que ver seu esforço ser reconhecido."
"O modo como você define e realiza suas metas definirá seu destino."
"Para a física quântica, tudo no universo já existe antes de acontecer. Pode não existir concretamente, materialmente, mas existe como possibilidade."
"Se você for capaz de se ouvir, saberá, a cada pequena decisão, o quanto ela o afasta ou o aproxima de seu destino."

Frases retiradas do livro "O que realmente importa?" escrito por Anderson Cavalcante.

silêncio de uma linha reta

A vida é só uma". Esta provavelmente é a frase que você mais ouvirá. Mas, com qual profundidade encaramos tais palavras? Quando e por quanto tempo agimos como breves em existência?
Não há curvas para o tempo, nem retratos que freiem esta simples linha reta por nós traçada. Podemos correr, viajar, sonhar, amar, fazer ou deixar para trás, e ainda assim passar. Passamos como passam horas, dias, meses e anos.[...]
"E tudo passa tão depressa, aproveite para não se arrepender."
Estranho pensar em quantos ficaram para trás, imaginar se estão casados, com filhos, se ainda tocam seu instrumento no sonho de ser uma estrela do rock. Acho que não, sonhos como o de viajar em um foguete, fazer o gol do título e subir ao palco sendo visto por milhares de pessoas morrem rápido.
Ah, tão ocupados em possuir que nem percebemos sem possuídos. Tão apressados em viver e tão despreparados para isso. Como é difícil encontrar algo que achamos bonito. Nos Estados Unidos, um dos maiores violinistas vivos foi posto em uma estação de trem tocando Stradivarius que custa milhões de dólares e ninguém parou para ouvi-lo.
O tempo passa e leva a criança, leva nossa ousada felicidade. Você para de usar o controle de TV como microfone. Deixa de chutar a bola contra a parede e receber como se fosse um passe. Para de colocar madeiras em árvores para aceitar morar em uma casa "de verdade".
O que fica? Digo, quando partimos, quando parte quem amamos, o que fica? Lembranças?! E o que faço com elas, como as passo adiante?
Tanto por se fazer, pessoas por conhecer, reencontrar. Quanto ficou para trás já nem consigo lembrar. Como uma canção que cantei há dez anos, como amigos que não mais encontrei nessa curta linha reta que, ao invés de simples, faz tanto se perder. [...]

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Não tente me mudar!

Aceita-me como sou! Não tente me mudar! Eu nasci assim, cresci assim e provavelmente vou morrer assim. Se você me ama... deve me aceitar como sou!
Alguém já ouviu isso? Já disse isso?
É uma súplica. É, na verdade, uma maneira de dizer, sem usar palavras, que não aceitamos mudanças, nem queremos que nos mudem. Nós somos o que somos e pronto!
Mas se todo mundo se mantiver nessa posição, cada um vai ficar isolado. Porque na realidade, não podemos mudar a nós e nossa personalidade por causa de ninguém, nem deixar que façam o que querem de nós, mas é tremendamente egoísta dizer "aceita-me como sou" que significa de fato "não estou disposto(a) a fazer nenhum esforço para me adaptar ao "seu" jeito de ser.
Relacionamentos são compromissos. Se não há flexibilidade de parte e de outra e uma disposição para se guardar e ao mesmo tempo se adaptar à personalidade do outro, não há relacionamento que funcione.
E se essa prédisposição a se adaptar só ocorre de um lado, também não funciona. Se devemos aceitar a outra pessoa exatamente como ela é, mas nós devemos nos ajustar a ela para que continuemos juntos, não há equilíbrio na relação. E é injusto.
Em todo relacionamento é preciso que haja contrabalanceamento. Cada um se esforça um pouco, põe o orgulho e as idéias fixas do lado e ambos encontram um meio de continuar no mesmo caminho.
Somos humanos e podemos ser flexíveis se nosso coração nos pede. Isso não nos diminui, mas pelo contrário, nos engrandece.
Que ninguém nos molde! Que não sejamos também marionetes! Mas que tenhamos amor suficiente no coração para reconhecermos sozinhos os pontos aos quais podemos ceder para a felicidade da pessoa que convive conosco.
Se ambos tiverem a riqueza de espírito de pensar assim, a caminhada juntos será longa, eternamente longa...


O amor acabou

Quando foi que o amor se acabou e o príncipe virou sapo e a princesa desencantou? Provavelmente depois de tantos beijos não dados, de tantos momentos deixados pro lado, de tanto monólogo de ambas as partes. Em geral o amor assiste à própria morte e resta silencioso. Ou ele grita por socorro e as pessoas se fazem de surdas. O mais difícil no fim de um relacionamento é admitir que tudo acabou.
Há pessoas que insistem simplesmente porque não querem admitir o fim. E caminham vagarosamente na vida, vivendo o dia-a-dia como se não houvesse o depois. Mas a vida não acaba quando morre um amor. Ela simplesmente passa por uma transição que, como todas, é freqüentemente dolorida. Tememos as mudanças porque tememos o desconhecido. Mas o que é o desconhecido?
Mesmo o dia de amanhã, não podemos tocá-lo até que ele chegue a nós, não podemos sabê-lo até que chegue o momento em que, mergulhados, precisamos vivê-lo. Aceitar a morte, qualquer que seja, é reconhecer nossa vulnerabilidade diante da vida. E somos seres orgulhosos por demais para querer reconhecer nossa fragilidade ante o que não podemos controlar. E a vida não se controla.
Ela se abate sobre nossas cabeças e tudo o que podemos fazer é vivê-la o mais intensamente possível com todos os riscos e perigos que ela nos impõe, com todas as surpresas, que ela nos reserva. Precisamos é tirar o melhor partido do que está nas nossas mãos e reconhecer que pra todo fim há sempre um recomeço. Uma perda é quase sempre um ganho, é muitas vezes a válvula propulsora para uma nova vida, uma nova história, um novo amanhã.

Seu perdão amanhã pode ser inútil, AME HOJE!!

❝Encontros preciosos não são necessariamente os que nos trazem jardins já floridos. São, um bocado de vezes, aqueles que nos ofertam mudas.❞

Ana Jácomo

Caminhos

Todos os caminhos levam a algum lugar. Todos eles têm um começo e, fatalmente, um fim.
Há aqueles que nos parecem tão longos e tão difíceis que ver o fim deles requer a fé que abre os olhos ao que está muito além de nós. O que não existe são os caminhos sem saída, eles possuem simplesmente saídas que tememos atravessar.
Quando achamos que um problema não tem solução, o que queremos dizer é que ele não possui uma solução aceitável, compatível com nosso querer. E é assim que nossos caminhos permanecem cada vez mais longos, mais sofridos.
Quando as saídas são abandonar um sonho, deixar algo para trás, reconhecer um erro ou uma má decisão, aceitar um outro modo de vida, nos deparamos com as barreiras que nos deixam nesse meio caminho do não saber o que fazer. São esses os dias mais longos das nossas vidas, os anos que não passam ou nos deixam a amarga sensação de estar a perder as alegrias cabíveis a cada um.
Não podemos nos agarrar a certas coisas como se nosso sopro dependesse delas. Sonhos morrem e outros nascem e dão continuidade à vida e é assim desde o princípio de tudo.
Para cada porta fechada há uma outra que pode se abrir, cada lágrima derramada um sorriso que está por vir.
A fé abre novas perspectivas aos que querem enxergar. As portas abrem-se uma a uma para os que sabem deixar o passado pra trás e acreditam num novo e mais bonito amanhecer.

A vida é o que é

Há pessoas que perdem-se tanto nos porquês que esquecem-se de viver. Elas querem compreender e o tempo não fica esperando a compreensão do que, em muitas ocasiões, ultrapassa nosso entendimento. A vida é o que é!
Quando aceitamos o que recebemos, vivemos melhor. Quando as adversidades nos ensinam a nadar, atravessamos o mar. Quando as barreiras dizem que não podemos e não somos capazes, podemos nos redobrar de forças e vencer os obstáculos.
O que não podemos é ficar sentados esperando para ver o que vai acontecer amanhã ou depois, negar o que temos nas mãos, mesmo se não pedimos, na brincadeira do faz de conta que não recebi.
Não podemos fugir da realidade do que vivemos, nos trancar dentro de casa por que um avião pode cair ou não sair na calçada porque podemos escorregar.
Não podemos nos impedir de viver e viver implica não só ter coisas boas, agradáveis e bonitas, mas também o feio, o triste, o inesperado e o doloroso.
São as cores que matizam-se que dão aquele toque especial ao quadro da nossa vida. E isso não nos cabe compreender, cabe-nos simplesmente viver.

Flores imperfeitas



As pessoas são quem são, elas possuem belezas que nem sempre mostram, dores que nunca percebemos, segredos ou temores escondidos no mais profundo da alma e defeitos que podem ser vistos e compreendidos... exatamente como nós!!!
Nós, que buscamos compreensão, atenção, tolerância, perdões e o amor dos outros, somos, no fim das contas, flores imperfeitas como tantas outras.
Mas mesmo as flores imperfeitas merecem seu dia de sol na terra, porque são imperfeitas, mas são e serão eternamente flores.

Letícia Thompson

EQUILÍBRIO



Tudo o que é desmedido causa dano. Comer demais é tão nocivo quanto comer de menos. Uma vida sedentária conduz tanto à destruição quanto uma vida corrida.
E o amor? O amor também. Amor ao outro, aos filhos, a uma causa... tudo aquilo que nos ultrapassa, nos faz esquecer-nos, nos torna dependentes e vulneráveis é prejudicial.
O amor exagerado ao parceiro, sufoca-o.
Pais que amam tanto os filhos que fazem tudo por eles e no lugar deles, os deixam despreparados para a vida. É como agasalhar demais, dar presentes demais, estar sempre disponível, não saber dizer não.
O equilíbrio é o sal na vida, é o tempero, o que dá gosto. Deve haver sempre uma balança em todas as nossas ações.


Prorrogando a dor

Por que será que nos agarramos a situações para as quais conhecemos perfeitamente o desfecho? Sabemos de antemão o que fazer, mas somos tomados pela angústia de ter que assumir uma decisão que vai nos fazer sofrer. Colocamos à frente um passo que poderia ter sido tomado agora. Nos enganamos conscientemente. Prorrogamos a decisão para que a dor seja prorrogada. É possível que dentro de nós achamos que a dor esticada vai ser mais suave.

Se não podemos evitá-la, pelo menos vamos vivê-la a prestações, sem muita consciência que os juros podem ser muito altos no fim. Dar um passo errado não nos custa tanto quanto ter que assumi-lo. E ter que conviver com ele ou as conseqüências dele. Uma vez que reconhecemos o caminho errado, o normal seria voltar. Mas o que fazemos? Olhamos pra trás, medimos o caminho percorrido, nos perdemos no tempo sem sair do lugar, mesmo se a vida se apressa ao nosso redor.

Conhecemos o abismo que se apresenta diante da situação, mas nos recusamos a admití-lo, embora saibamos que não queremos cair nele. Caminhamos a passos lentos, guiados pela esperança que nunca nos abandona, mesmo sabendo que uma hora ou outra teremos que pôr o ponto final. Fim da história. Fim de nós de uma certa maneira, ou daquilo que vivemos e sonhamos.

Acreditamos num pequeno lapso de tempo que nunca mais outra oportunidade virá a nós, como se a vida fosse limitada. Nos entregamos à dor como nos entregamos ao amor. Inteiramente. E somos invadidos por uma sombra que nos isola de tudo. Mas que maravilhoso remédio é o tempo! Um dia acordamos e tudo
parece mais ameno. Abrimos os olhos. Começamos a notar coisas para as quais estávamos cegos. 
O dia seguinte será ainda melhor e virá um outro e um outro. Quão grandioso é esse Maestro do universo! Com um simples sopro ressuscita o sol a cada manhã e nos eleva com ele. Somos dessa maneira não uma pessoa nova, mas uma pessoa renovada. Mais vivida. Carregados de experiências que nos serviram de lição, que nos enriqueceram e nos tornaram uma pessoa, quem sabe, melhor.


Lixos existenciais



Se é verdade que a cada dia basta a sua carga, por que então teimamos em carregar para o dia seguinte nossas mágoas e dores? Há ainda os que carregam para a semana seguinte, o mês seguinte e anos afora...
Nos apegamos ao sofrimento, ao ressentimento, como nos apegamos a essas coisinhas que guardamos nas nossas gavetas, sabendo inúteis, mas sem coragem para jogar fora. Vivemos com o lixo da existência, quando tudo seria mais claro e límpido com o coração renovado.
As marcas e cicatrizes ficam para nos lembrar da vida, do que fomos, do que fizemos e do que devemos evitar. Não inventaram ainda uma cirurgia plástica da alma, onde podem tirar todas as nossas vivências e nos deixar como novos. Ainda bem.
Não devemos nos esquecer do nosso passado, de onde viemos, do que fizemos, dos caminhos que atravessamos. Não podemos nos esquecer nossas vitórias, nossas quedas e nossas lutas. Menos ainda das pessoas que encontramos, essas que direcionaram nossa vida, muitas vezes sem saber.
O que não podemos é carregar dia-a-dia, com teimosia, o ódio, o rancor, as mágoas, o sentimento de derrota.
Acredite ou não, mas perdoar a quem nos feriu dói mais na pessoa do que o ódio que podemos sentir toda uma vida. As mágoas envelhecidas transparecem no nosso rosto e nos nossos atos e moldam nossa existência.
Precisamos, com muita coragem e ousadia, abrir a gaveta do nosso coração e dizer: eu não preciso mais disso, isso aqui não me traz nenhum benefício e eu posso viver sem.
E quando só ficarem as lembranças das festas, do bem que nos fizeram, das rosas secas, mas carregadas de amor, mais espaço haverá para novas experiências, novos encontros. Seremos mais leves, mais fáceis de ser carregados mesmo por aqueles que já nos amam.
Não é a expressão do rosto que mostra o que vai dentro do coração? De coração aberto e limpo nos tornamos mais bonitos e atrativos e as coisas boas começarão a acontecer.
Luz atrai, beleza atrai. Tente a experiência!... Sua vida é única e merece que, a cada dia, você dê uma chance para que ela seja rica e feliz.
Letícia Thompson

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Semeadura e Colheita



Sempre que iniciamos mais um ano, é tempo de novos sonhos e desafios. É tempo de investimento e semeadura. A vida é feita de escolhas e decisões. Se fizermos escolhas erradas e tomarmos a direção errada distanciar-nos-emos do alvo de Deus para nossa vida.

Se fizermos uma semeadura errada, no campo errado, faremos também uma colheita errada. A lei da semeadura e da colheita
é universal. Colhemos o que semeamos, e colhemos mais do que plantamos.

Nossas palavras e ações são sementes que se multiplicam para o bem ou para o mal. Precisamos ser criteriosos na escolha das sementes.
Que Deus nos ajude a semearmos com alegria e com abundância no campo certo, usando as sementes certas, para colhermos os frutos certos.

Nós somos a lavoura de Deus e ele espera de nós muitos frutos, pois é assim que ele é glorificado!

Só quem constrói o futuro tem o direito de julgar o passado

EM GERAL, QUEM CONSTRÓI o futuro está muito ocupado para
julgar o passado.
Desde pequenos, quando recebemos notas na escola, nos
acostumamos com avaliações e julgamentos. Ao julgarmos o
passado – de uma época ou de uma pessoa –, sentimos a falsa
segurança de ter fechado uma porta.
Ao mesmo tempo, todo julgamento esconde o orgulho de
quem se considera dono da verdade. Também revela grande insegurança.
De sua posição inatingível, aquele que julga se comporta
como soberano e crítico das ações alheias.
Como a vida é um caminho para a frente, é muito mais
produtivo construir o que vai acontecer do que analisar o que já
passou, como nos diz Nietzsche. Além disso, as pessoas que agem
estão livres de preocupações, que normalmente ocupam a cabeça
das que não se movem.
Podemos observar o mundo de duas maneiras: virando a cabeça
para trás ou prestando atenção no que temos à nossa frente.
E você? Que caminho prefere?

Livro : Nietzsche para estressados

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Eleva-se

"Insistir naquilo que já não existe é como calçar um sapato que não te cabe mais... machuca, causa bolhas, chega à carne viva e sangra.
Então é melhor ficar descalça.
Deixar livre o coração, enquanto vive.
Deixar livre os pés, enquanto cresce.
Porque quando a gente cresce, o número muda!
Às vezes você tem que esquecer o que você QUER pra começar a entender o que você MERECE."


Próxima página

                                                        Tem uma frase que diz: 


"Nem sempre é conveniente virar a página, ás vezes é preciso rasgá-la!"
Eu não concordo.
Precisamos sim virar a página e encerrar alguns capítulos da nossa vida.
Prefiro guardar esses capítulos lá na coleção do meu passado.
Cada um deles me ensinou grandes lições.
E agora um novo capítulo começa!

A gente faz o que manda o coração

Gosto de pensar assim: se a gente faz o que manda o coração, lá na frente, tudo se explica. Por isso, faço a minha sorte. Sou fiel ao que sinto. Aceito feliz quem eu sou. Não acho graça em quem não acha graça. Acho chato quem não se contradiz. Às vezes desejo mal. Sou humana. Sou quase normal. Não ligo se gostarem de mim em partes. Mas desejo que eu me aceite por inteiro. Não sou perfeita, não sou previsível. Sou uma louca. Admiro grandes qualidades. Mas gosto mesmo dos pequenos defeitos. São eles que nos fazem grande. Que nos fazem fortes. Que nos fazem acordar. Acho bonito quem tem orgulho de ser gente. Porque não é nada fácil, eu sei. Por isso continuo princesa. Continuo guerreira. Continuo na lua. Continuo na luta. No meio do caos que anda o mundo, ACEITAR É SER FELIZ.
(Fernanda Mello)

O que me faz feliz é leve!


Eu gosto de quem facilita as coisas. De quem aponta caminhos ao invés de propor emboscadas. Eu sou feliz ao lado de pessoas que vivem sem códigos, que estão disponíveis sem exigir que você decifre nada. O que me faz feliz é leve e, mesmo que o tempo leve, continua dentro de mim.


Eu quero andar de mãos dadas com quem sabe que entrelaçar os dedos é mais do que um simples ato que mantém mãos unidas. É uma forma de trocar energia, de dizer: você não se enganou, eu estou aqui. Porque por mais que os obstáculos nos desafiem o que realmente permanece, costuma vir de quem não tem medo de ficar.

Fernanda Gaona





O controle não existe

"Não podemos controlar as forças da natureza.
Mas seria possivel controlar a natureza da nossa força interior?
Essa nossa força nem sempre encontramos com facilidade. Porque justamente, quando chegamos ao ponto de ter que controlar algo dentro da gente, é justamente quando parecemos estar mais fracos.
A natureza é inteligente. Ela coloca tudo pra fora. Não guarda.
E assim, depois da tempestade, surge o céu mais belo.
A força sempre está conosco, mas ficamos cegos a ela, justamente por acharmos que é algo que precisa ficar dentro da gente lutando pelo controle.
Assim aprendi a não mais deixar comigo o que não posso controlar.
Esse é o segredo para manter a força:
Mudar o modo de pensar e de tentar agir sobre o controle.
A mente vai se fortalecer, por deixarmos nossa natureza interna agir intuitivamente.
A natureza se expressa para fora, já a nossa natureza, é muito mais sutil.
Nossas tempestades e dramas interiores não precisam fazer barulho.
Não precisam dessa luta ilusória por controle nenhum.
E por isso, não tem nada a ver com a expressão "perder o controle".
Pois não há mais nada a ser perdido, a necessidade de controle desapareceu.
Uma sensação de paz interior será reestabelecida.
E a natureza não erra nunca. Porque o controle não existe."


Carolina Carvalho

Fazendo as malas: “mudança” de planos

Quando a realidade não funciona mais é hora de colocar todos os seus sonhos dentro da mala e ir de “planos e cuia” em busca de conforto pra alma. Quando seu espaço fica pequeno para tantos desejos e a rotina começa a te apertar, pode se preparar pra colocar o pé na estrada.

É difícil aceitar, mas muitas moradias que construímos ou mesmo residimos ao longo da vida serão temporárias. Nossos planos são nômades e tem vontade própria, mudam de idéia a todo instante. Uma hora felizes em um canto, minutos depois inquietos e prontos pra partir.

Quando isso acontece, mais do que força para abandonar a antiga casa, é preciso coragem para enfrentar uma viagem desconhecida rumo ao novo.

É verdade, levar nossos ideais para morar em outro lugar pode ser assustador.
Mas também pode ser delicioso. Se essa viagem de recomeço tiver como guia nossa própria vontade.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Sobre o "ficar"...



Eu não vejo o menor sentido nesse negócio de "ficar". Me chamem de careta mesmo, eu não vejo. Eu preciso de conexão, qualquer que seja. Nem precisa ser o amor da vida, sabe? Mas esse negócio, essa onda de relações descartáveis... ah, definitivamente eu não sou muito disso não. Vez ou outra a gente ainda se desafia e fala pra si mesma "você devia aprender a ser menos careta". Mas eu num tô muito a fim? Não quero dentro da minha boca a língua de alguém que eu não quiser devorar no dia seguinte, com meus livros, meus planos mirabolantes, minhas músicas, meus projetos de futuro... Não nasci pra essa coisa de beijar quem mal se conhece e depois desaparecer, esvanecer, ir para o raio que o parta mesmo. Coisa mais anos 70.
Eu acho que o mais importante é ter certeza do que a gente NÃO quer, sabe? E eu não quero beijar por beijar, não quero amasso sem tesão, não quero sexo sem admiração, não quero tesão sem sentimento. Eu sou louca. Provavelmente. E surtada, e esquisita, e... whatever. Mas tenho um orgulho ABSURDO de mim.

Todos os sentidos, sem sentido



Sorrir com os olhos, falar pelos cotovelos, meter os pés pelas mãos. Em mim, a anatomia não faz o menor sentido. Sou do tipo que lê um toque, que observa com o coração e caminha com os pés da imaginação. Multiplico meus cinco sentidos por milhares e me proponho a descobrir todos os dias novas formas de sentir. Quero o cheiro da felicidade, o gosto da saudade, o olhar do novo, a voz da razão e o toque da ternura. Luto contra o óbvio, porque sei que dentro de mim há um infinito de possibilidades e embora sentimentos ruins também transitem por aqui, sei que devo conduzi-los com a força do pensamento até a porta de saída. Decidi não delegar função para cada coisa que eu quero. Nem definir o lugar adequado para tudo de bom que eu sinto. Nossos sentimentos são seres vivos e decidem sem nos consultar. A prova de que na vida, rótulos são dispensáveis e sentimentos inclassificáveis.

Mais vale sonhos voando que um conformismo na mão

Então os anos passam e você entende que boa parte de tudo que sonhou não vai acontecer. A maturidade te obriga a pagar contas, ter emprego fixo e garantir o fundo de garantia para uma velhice tranquila. Aos poucos, a bagagem dos sonhos começa a pesar e decidimos ir abandonando as vontades pelo caminho. Mudamos nossas atitudes e nos conformamos com o que a vida nos reservou. Alguns sentam e lamentam, outros relaxam e continuam querendo. Eu faço parte da segunda categoria. Posso adormecer um sonho, mas vira e mexe vou até ele e mostro que ainda estou aqui. Outras vezes finjo que esqueci da sua existência, mas o amarro bem perto pra ele não fugir. Muitos sonhos vão sobrevoar nossa vida e aqui do chão parecerão impossíveis de serem alcançados. Mas eu não desisto e estendo meu braço. Além disso, os obstáculos do cotidiano vão cortar as asas do nosso pensamento fazendo muito do que queremos tornar-se impossível. É verdade, pode ser que eu de fato não consiga chegar até eles, mas a confiança já faz de mim uma pessoa bem melhor.

Fernanda Gaona

Sê valente!

Dê o seu melhor ou dê o fora, mas dê.
A vida gosta mesmo é de quem se posiciona!

Fernanda Gaona

O que vc disse?

Prepare um belo discurso. Gaste suas melhores palavras. Utilize todos os seus argumentos. Eu não consigo ouvir o que você diz.

Mais do que na força das palavras, eu acredito no poder das atitudes. Na grandeza dos gestos. Nas sutilezas das ações. Guarde seus dizeres para utilizá-los depois que fizer. Eles serão apenas um complemento.

Haja o que houver, aja.

Palavras quando não andam sincronizadas com nossos pés, não chegam a lugar algum. Não dizem absolutamente nada.

É na coerência das ações que a gente se encontra e o outro nos reconhece.
Ninguém pode viver preso em um discurso.

Ou seja,


Seja!
Fernanda Gaona
Lembranças e expectativas disputam o melhor lugar dentro de mim. Ambas querem ocupar cada pedaço, marcar território, prevalecer. É duro ter que organizar cada cantinho, arquivar o que não faz mais sentido e permitir que fiquem livres as ilusões que merecem uma chance. O espaço que existe dentro de nós é terra de ninguém. Quem dera houvesse um meio de criar o modelo ideal e determinar o lugar certo pra cada sentimento. Garantir que ninguém se mova além do permitido. Às vezes as vontades se atropelam, as histórias se acumulam e o espaço fica pequeno demais para abrigar tanta coisa. Volta e meia o passado cobra minhas escolhas e o futuro me testa; quer ver se tenho habilidade para me reinventar. Peno para acalmar os ânimos de tantas sensações amontoadas. Dou meu jeito. Ajeito. Acredito: sempre há jeito!

Fernanda Gaona

O caminho era o mesmo, mas eu não…


Meus passos seguiram pelo mesmo caminho de todos os dias. Balançando levemente a cabeça conforme a melodia que saia do fone de ouvido, eu andava em direção à saída do metrô. Fiquei de frente com a escadaria que, diariamente, subo com ar de
fadiga, mas ontem não, ontem foi diferente.

Algo de novo acontecia ali. Livre da correria dos horários de pico, aquele lugar era todo meu. Subi cada degrau como quem escala uma montanha, com ar de quem está prestes a fazer uma descoberta.

Continuei a caminhada no ritmo da música. Vento, frio, cansaço. Nada me desconcentrava. Estava focada em um sentimento que, vez ou outra, felizmente, vem me visitar: a satisfação.

Olhava o mesmo cenário que já aprecio há mais de um ano e, pela primeira vez, é como se ele viesse com legenda. Cada piscada dava um sentido novo para o que eu via. Cada passo parecia justificar o meu contentamento.

As lembranças surgiram como se eu rebobinasse uma fita, e, aos poucos, fui entendendo o porquê de tanta leveza. A maturidade às vezes chega na surdina e, hoje, eu penso que ela vem de uma forma tão completa, que a gente quase nem é capaz de perceber – parece que sempre esteve ali.

Acho que parte dos sentimentos positivos que senti vem desse momento mais sereno. De entender que a busca do ser humano é eterna, mas ficar confortável dentro do que a gente vive também é possível. É real.

Quando você para e observa os detalhes, vê que nem tudo vai acontecer conforme o pedido, mas muito vai ser conquistado de acordo com a necessidade. Vai preencher com cautela os espaços reservados para os sonhos, sempre deixando um lugar vago. Aquele cantinho “incentivo”, que te estimula a não parar de caminhar…

Etc...

Gosto da minha condição inacabada, da possibilidade de mudar todos os dias. Pra mim, descobrir coisas novas é “um meio” e não o fim.
Não quero deixar o que eu penso tornar-se definitivo nunca. Há tanta coisa para aprender, tanta informaçã
o para absorver.
Se tudo na vida é uma questão de “ponto” de vista, o meu, certamente, é reticências…

Fernanda Gaona
Algumas pessoas simplesmente despertam o nosso interesse. Chegam com a sutileza de uma brisa e fazem acordar os sentimentos mais adormecidos que existem em nós. Graças a elas, amanhecem novas possibilidades dentro da gente. São reavivados n
ovos sentidos, e passamos a ver com mais clareza mesmo aquilo que estava adormecido. Mesmo os sentimentos aos quais desaprendemos de usar. Elas vêm e devolvem aquela sensação boa. São as nossas espreguiçadas boas em um domingo ocioso. Aquelas com gosto de satisfação.

Fernanda Gaona
“Temos que nos reinventar quase que a cada minuto, porque o mundo muda num instante, e não há tempo para olhar para trás. Às vezes, a mudança nos é imposta, às vezes, acontece por acidente e fazemos o melhor delas. Temos que constantemente achar novos modos para nos consertar. Então nós mudamos, nos adaptamos, criamos novas versões de nós mesmos. Só precisamos ter certeza de que isso é uma evolução.” —      Grey’s Anatomy
“É preciso muita força pra mostrar-se fraco e aceitar as próprias fraquezas pra tornar-se forte. É a visita aos extremos que nos faz humano. Só quem tem a capacidade de transparecer seus medos e a humildade de aprender com as suas limitações consegue vivenciar sua condição mutável longe dos rótulos e aberto a novas transformações.” —     

(Fernanda Gaona)
Pouco importa o julgamento dos outros.Os seres são tão contraditórios que é impossível atender às suas demandas, satisfazê-los. Tenha em mente simplesmente ser autêntico e verdadeiro…”

Dalai Lama*

domingo, 3 de fevereiro de 2013

“Acredito que o ser humano é capaz de amar várias vezes. Se não fosse assim quem perdeu uma grande paixão estaria condenado à solidão. Não acredito em um único amor para-todo-o-sempre-amém. Tem gente que coloca isso na cabeça e se apega, se humilha, se sujeita a qualquer coisa. Ao invés de trancar em você aquele seu velho amor falido, abra novos espaços e inaugure um novinho em folha.” —      Fernanda Gaona
“Eu espero que a vida te surpreenda e que você não se prenda, não se acanhe, não duvide. Porque parte das coisas boas vem das lutas, mas a outra parte vem sem avisar. Eu desejo que os dias te peguem desprevenido, desajeitado, despreocupado. Afinal, o que não foi programado também funciona, nem toda ação inesperada merece ser descartada e algo não planejado pode vingar.” —      Fernanda Gaona

Suco de limão com bicarbonato

Pessoal, recebi este e-mail de um amigo farmacêutico, aprovado também pelo Dr. Bezerra de Menezes e repasso com carinho para vocês.

Segundo estudos, nunca é demais lembrar! Tomar limonada como água todos os dias acrescentando uma colherinha de bicarbonato é melhor ainda.

O limão é um produto milagroso para matar as células cancerosas. É 10.000 vezes mais forte do que a quimioterapia.

A partir de agora, você pode ajudar um amigo que precise informando-lhe que deve beber suco de limão com bicarbonato de sódio para prevenir a doença. Seu sabor é agradável e, é claro, não produz os efeitos terríveis da quimioterapia. E se você tiver espaço, plante um pé de limão no seu quintal ou jardim. Todas as partes da árvore são úteis.

É uma fruta cítrica que vem em diferentes formas. Sua polpa pode ser consumida diretamente ou é usada normalmente para fazer bebidas, sorvetes, doces e assim por diante.

O interesse desta planta é devido a seus fortes efeitos anticancerígenos. E embora lhe sejam atribuídas muitas outras propriedades, o mais interessante sobre ela é o efeito que produz sobre os cistos e tumores. Esta planta é um remédio comprovado contra o câncer de todos os tipos e o bicarbonato vai mudar o Ph do seu organismo. Alguns dizem que é de grande utilidade em todas as formas de câncer.

É considerado também como um agente antimicrobiano de amplo espectro contra infecções bacterianas e fungos que vivem em lugares ácidos. Acrescentando bicarbonato de sódio em sua limonada, você altera o Ph do seu organismo; é eficaz contra parasitas internos e vermes, regula a pressão arterial elevada e é antidepressivo, combate a tensão e os distúrbios nervosos.

A fonte desta informação é fascinante: ela vem de um dos maiores fabricantes de remédios do mundo que afirma que depois de mais de 20 testes de laboratório realizados desde 1970, ficou provado que o extrato:

1 – Destrói as células malignas em 12 tipos de câncer, incluindo câncer de cólon, de mama, de próstata, de pulmão e do pâncreas.

2 – Os compostos desta árvore mostraram atuar 10.000 vezes melhor, retardando o crescimento das células cancerosas do que a adriamicina, uma droga quimioterápica, normalmente utilizada no mundo.

3 – E o que é ainda mais surpreendente: este tipo de terapia, com o extrato do limão e bicarbonato, destrói apenas as células malignas do câncer e não afeta as células saudáveis.

Maravilhoso conhecimento, não é mesmo?

Márcia Fernandes