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segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

DANIELA, ADRIELLY E TANTAS OUTRAS VIDAS INTERROMPIDAS



Duas vítimas, duas vidas estupidamente interrompidas.

Uma, uma linda criança que jamais poderá crescer e sonhar.
A pequena Adrielly faleceu por falta de atendimento no hospital. 8 horas esperando por uma cirurgia que poderia ter salvo sua frágil vida. Adrielly foi vítima da violência, com uma bala na cabeça, tiraram e destruíram seu futuro.

O que sobrou é o sorriso de uma criança em uma fotografia. Uma lembrança que nunca será apagada. Se foram os sonhos, a esperança e a alegria.

Daniela, uma jovem bela mulher, grávida de 9 meses. Assassinada com um tiro na cabeça durante um assalto. Não teve chance de conhecer a pequena filha que por milagre foi salva numa cesariana de emergência. Gabriela será o nome da pequena criança que jamais irá conhecer o amor de sua mãe.

O que sobrou? Uma pequena criança recém nascida que jamais irá conhecer a mãe. Sobrou a dor inconsolável de uma família, sobraram as lágrimas. Se foram os sonhos, a esperança e a alegria.

Hoje um retrato falado do assassino foi divulgado, mas, não foi divulgado a imagem dos verdadeiros assassinos de Daniela e Adrielly.

Quem apertou o gatilho? Fomos todos nós! Nós os que aplaudimos este governo podre e imoral, que damos os votos para os ladrões e os laureamos com títulos de "honóris causas", enquanto saqueiam os cofres públicos com mensalões que dizem nunca ter existido. Nós matamos estas jovens, nós os que aprovamos 60% o governo destes imundos que aí estão.

Sim, fomos nós, os que aplaudimos vermes, que aplaudimos uma desavergonhada que se chama "presidenta", que viaja pelo mundo querendo salvar a economia mundial, mas que apoia e bajula traficantes como Evo Morales e Hugo Chavez e outros vermes da mesma espécie. Sim, pois são estes vermes que produzem e exportam as drogas que geram a violência e matam nossas famílias.

Ninguém me venha dizer que estou errado. Não passam de assassinos os que nos envergonham com a impunidade, os que veneram bandidos e lhes concedem até a cidadania. Não me digam que estou errado, por acusar os que roubam e mentem, fazendo de contas que, "nunca antes nestes país", tudo esta as mil maravilhas. Que não existem mensalões e que nunca antes a segurança, educação e saúde estava tão bem.
Assassinos, esta é a única palavra que se pode usar. Assassinos que viajam com amantes em seus aviões, ás custas de um povo que trabalha e apenas quer ter sonhos e esperanças.

Que se envergonhem a cada vez que se olharem no espelho e que vejam que são iguais a imagem do assassino, em nada diferem. Pois com tudo o que roubaram nestes últimos doze anos, poderiam ter salvado a vida de muitas Danielas e Adriellys.

Sim, NUNCA ANTES NESTE PAÍS,....

ENQUANTO ISSO, NO INFERNO JÁ COMEÇAM A CANTAR,..."LÁ VEM O CHAVEZ, CHAVEZ CHAVEZ,..."


O mundo inteiro ficará um pouco mais saudável e agradável quando estes comunistas tiverem sido devorados pelos vermes. Já posso antever os funerais, até velhos "inimigos amigos" dirão palavras grandiosas sobre os feitos destes vermes. Hipocritas adoram a hipocrisia, poucos dirão de verdade o que realmente gostariam de dizer, "já vão tarde!".  É, o inferno se prepara para uma grande festa. 2013 trará muitos novos moradores, acredito que até uma ampliação será necessária para receber tantos novos moradores. Qualquer problema financeiro, recomendo apelarem ao Instituto Lula, garanto que com prazer ele iria financiar as reformas necessárias.
 
Não, realmente não tenho pena nem respeito por vermes, ditadores e salafrários, nunca terei! Que apodreçam no inferno e que antes da morte, reflitam sobre a sua postura diante da vida e da dignidade humana. Que reflitam sobre seus crimes. Que reflitam sobre o que poderiam ter feito de bom e pensem na miséria no qual deixaram seu povo, enquanto nunca nada lhes faltou. Tenho pena das vítimas, das crianças e dos animais. Por estes, tenho respeito. Enquanto alguns dirão que morreu um "grande homem", eu direi a verdade, morreu apenas mais um verme que se juntara a outros vermes e todos irão se
devorar.


(Siegmar)